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Que tal “plantar” em sua alimentação uma semente rica em nutrientes e que além de tudo auxilia na eliminação de gordura? Ótima opção para o verão! Conheça um pouco sobre a Chia, semente mexicana que vem ganhando espaço nas dietas brasileiras, pelo seu alto potencial nutricional.

Ela está na lista dos superalimentos pela quantidade de cálcio, fósforo, ferro, magnésio, potássio, zinco, fibras e, principalmente, ômega 3. Foi considerada a mais rica fonte de ômega 3 e fibra na natureza.


Essa semente tem efeito superior ao da linhaça no papel de combater a fome, desintoxicar o organismo, prevenção de diabetes e doenças cardiovasculares e eliminar gordura corporal. É rica em antioxidante – que auxilia na eliminação dos radicais livres presentes no organismo, esses radicais, normalmente envelhecem as células do corpo, podendo gerar envelhecimento precoce e até câncer. Alguns antioxidantes encontrados na semente são o ácido caféico e ácido clorogênico, estes que auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

Rica em proteínas, uma boa opção para praticantes de atividade física, pois auxilia na força e melhora a resistência física. O grão também é indicado para idosos devido à presença de cálcio e magnésio, nutrientes que ajudam a promover a massa óssea e evitar a osteoporose.

A Chia pode ser encontrada em 3 versões:

Grãos: Adicionada em frutas picadas com outros cereais, iogurtes e sopas.
Farinha: Pode ser acrescentados em sucos, leites, iogurtes, frutas ou também em pães e bolos.
Óleo: Adicionar em saladas substituindo o óleo convencional, como tempero. A desvantagem de consumir na forma de óleo, é que as fibras contidas nos grãos não são encontradas nessa versão.
Vantagem: A semente tem o sabor pouco perceptível podendo ser utilizada em diversas preparações e alimentos.

Recomendação:

Duas colheres de sopa (30 gramas), têm 29% de fibras (8,6g) e 16% de ômega 3 (4,8g). O ideal é consumi-la aproximadamente 30 minutos antes da refeição, pois a fibra presente auxiliará na saciedade.

Pode ser facilmente encontrada em lojas de alimentos naturais.

29/08/2011 | Por Colaboração | Saúde | ,

Alguns estudos indicam que muitos brasileiros dormem mal ou acordam muito cansados, com a sensação de não terem dormido bem. Estas afirmações podem estar ligadas a hábitos alimentares errados ou até mesmo a falta de alguns nutrientes responsáveis pelo “soninho”.

Além do cansaço, uma noite mal dormida resulta em uma aparência cansada e, por isso, não muito bonita. Então, dormir bem também ajuda a boa aparência!

Conheça alguns alimentos e como eles auxiliam e atuam no seu organismo.

Alimentos que dão sono

Banana, leite…

São alimentos que tem a presença de triptofano, um aminoácido ótimo aliado do sono, pois tem a capacidade de aumentar a serotonina no cérebro. A serotonina é conhecida por promover prazer, bom humor e regular o apetite e é ela quem dá origem a melatonina, que é um hormônio dá a sensação de relaxamento.

Os alimentos que tem também têm a presença dessa substância são o arroz (de preferência integral), amaranto, amido e flocos de milho e banana, leite e derivados, quinoa e cacau.

Maracujá e chá de camomila

Uso eficiente para controlar o stress, depressão, hiperatividade em crianças. Substância como os flavonóides encontrados na fruta e na camomila, contribui para o processo de sedação.

Os que podem atrapalhar o sono

Carboidratos

Eles são essenciais no ciclo entre triptofano, serotonina e melatonina, pois contribui dando mais estímulos para a produção, ou seja, a presença em grande quantidade de carboidratos na corrente sanguínea aumenta o transporte até o cérebro, aumentando a síntese de serotonina.

Porém seu consumo deve ser controlado, pois o excesso pode gerar o efeito ao contrário, estimulando e acabando com o sono. Um alimento que pode fornecer risco é o chocolate, pois além de carboidrato ele tem a cafeína que é um estimulante do sistema nervoso – o que prejudica o sono. Os carboidratos estão presentes em pães, arroz, farinhas.

Bebidas estimulantes

Cuidado com algumas bebidas, elas podem ter substâncias estimulantes, como o chá mate, preto e verde, eles contém cafeína. Evite ingeri-los antes de dormir, de preferência consuma-os de 4 às 6h antes de dormir.

Estômago cheio

Dormir logo depois de se alimentar pode atrapalhar o sono, pois a digestão do alimento acontece durante a noite, fazendo com que o corpo trabalhe e o corpo não descanse. A recomendação é se alimentar de 3 a 4h antes de dormir.

Receita

Abaixo está uma receita para você dormir com os anjinhos…

Vitamina de banana

Ingredientes:
1 banana-nanica madura
3 cubos de gelo
1 colher (sopa) de aveia ou amaranto
¾ de xícara (chá) de leite gelado
1 colher (sopa) de mel
1 pitada de canela em pó

Preparo: No liquidificador, bata os ingredientes até obter uma mistura cremosa.

Rendimento: 1 copo.

08/08/2011 | Por Colaboração | Saúde | ,

“Contém glúten” ou “não contém glúten”. Com certeza você já deve ter lido isso em alguma embalagem. Porém, poucas pessoas têm conhecimento do que é o glúten – apesar desse nutriente ter ganhado espaço nas dietas ultimamente, prometendo enxugar a silhueta.

O glúten é uma proteína, que está presente em todos os alimentos que levam trigo, centeio, cevada, aveia ou malte. É uma proteína importante na fabricação de pães e massas, pois é ela quem dá a consistência.

A informação na embalagem dos alimentos serve para alertar o consumidor à presença do nutriente que está ligada a doença celíaca, com o intuito de proteger essas pessoas sensíveis.

Mas o que é a doença celíaca? Os celíacos não produzem uma enzima responsável pela “quebra” do glúten, portanto quando essa pessoa ingere a proteína causa desconforto intestinal, causando irritabilidade, abdômen estufado, gases, vômito, diarréia e até anemia.

Ultimamente se fala muito em dieta sem o glúten, apontando que o nutriente favorece a redução de peso e proporciona maior disposição, bem como a diminuição do inchaço abdominal. Porém muitos especialistas afirmam que a doença celíaca é o único problema de saúde que exige a retirada total do glúten da alimentação. Uma boa comparação é: O glúten só faz mal a quem tem doença celíaca, assim como o açúcar para os diabéticos. Não existe nenhum estudo científico que condene esse componente do trigo, nem a relação do nutriente com a redução de circunferência abdominal, muito menos a relação dele com a obesidade.

Entretanto, ao ser removido do cardápio, o indivíduo pode sentir uma melhora na digestão com um efeito adicional: perda de peso. Uma perda que seria observada se tirasse qualquer outro item do cardápio.

Criou-se uma informação sem comprovações científicas dos malefícios do glúten. A tradução para essas dietas é simples: quando se evita alimentos com glúten, que está presente em muitas fontes de carboidratos, haverá redução de calorias e de peso.

A busca pela redução de peso faz com que dietas restritivas façam parte do cenário da saúde, em busca de uma solução. Restrição alimentar nunca será uma opção saudável, a menos que seja indicado por especialistas. A melhor alternativa é optar por um cardápio diversificado e saudável, para a redução de peso com segurança.

Curiosidade:

No mundo, a maior incidência de doença celíaca foi registrada na Argélia, que possui uma criança com o problema para cada grupo de 18. Os cientistas ainda não sabem dizer se o mal é genético.