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Quando noivei o Murilo deu a aliança sem o nome gravado. Até porque, é claro, o símbolo e significado da aliança é o que mais vale. Mas me perguntei no dia seguinte: será que não se grava os nomes mesmo?

A vendedora da loja onde ele comprou as alianças, por exemplo, nem informou que poderia gravar os nomes ao noivar. Além disso, a maioria dos casais noivos ou casados que conhecemos não gravaram o nome antes de casarem.

Então a dúvida permaneceu, mas a lógica pra mim sempre foi gravar, já que o casal firmou de vez o compromisso de casar. Se não há dúvidas, e trocaram as alianças, por quê não gravar?

Em pesquisa na internet, os sites que falam sobre casamento recomendam gravar sim. Mas depende também muito da opinião do casal.

Gravar os nomes em aliança de noivado, em minha opinião, não é só um ato que mostra a certeza do casamento um com o outro, mas também é mais um símbolo de laço fortificado e de romantismo.

Com tudo isso, tivemos a certeza e decidimos gravar, enfim. A data da cerimônia, que não temos certeza, deixamos pra gravar antes do casamento.

Quem concorda?

23/08/2011 | Por Viviam Santos | Variedades |

AH! O amor… Um tema difícil e polêmico. Difícil também de entendê-lo de início, quando sentimos por alguém que não seja da família. Principalmente por aquela pessoa especial. Será amor? Mas afinal…

O que é amor?

Considerando, nesta reflexão, o amor por uma pessoa – namorado, marido, etc.

Segundo o Wikipedia:

“A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação. É tido por muitos como a maior de todas as conquistas do ser.”

Segundo o dicionário Michaelis:

“a.mor (lat amore) sm 1 Grande afeição de uma pessoa por outra. 2 Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 3 Carinho, simpatia. 4 O ser amado.”

Segundo eu mesma:

Tudo citado acima sentido por uma pessoa! E mais.

Esse amor é maior que paixão. Você morre de vontade de estar com essa pessoa, mas fica tranquila ao mesmo tempo porque sabe que estará junto em breve e que o amor continuará mesmo longe.
É maior que carência. Você se sente sozinha longe dele(a), mas sossega quando sente a presença da pessoa em forma de pensamento.
Maior que desejo. Você sente o desejo de estar, ser e tudo o mais com a pessoa! Maior que afeição, que compaixão ou amizade. Em dobro, porque ama.

É também aceitar o que achamos que é defeito. Afinal, todo temos. As qualidades, achamos mais quando amamos.

Também é perdoar. Mas não é o sentimento de carência onde a pessoa só perdoa e nunca recebe nada de bom em troca. É a aceitação de um erro, sabendo que a pessoa é muito maior que aquilo. E significa mais que aquilo.

Amar é, ainda, não esperar recompensas por ter este sentimento. Apenas sente.

É claro que é infinitamente melhor quando a pessoa ama de volta e demonstra sentimento, mas quem ama não deixa de amar porque o outro não demonstrou num dia que ama igualmente.

Contudo, o amor é inexplicável!

Ou seja, tudo dito até aqui serve só pra uma introdução – o sentimento do amor só será definido quando você sentir de verdade.

E não venha me dizer “AMO um carinha que fico há algumas semanas”. Colega, você sente tudo o que se sente quando há amor verdadeiro, só que numa proporção indiscritivelmente menor. Ou seja, não é amor! É qualquer outra coisa, mas não amor. Paixão, carência, até imaginação! Amor, não.

(Aliás, é nessa que entramos no assunto “banalização do amor”, tão comum hoje em dia.)

Para mim, amor se constrói. E os materiais dessa construção só são comprados com o tempo. O amor é sentido naturalmente e sem forçar, às vezes até de forma imperceptível. É um sentimento que cresce com o conhecimento do outro, com discussões, amizade, sinceridade, e muita convivência. Essa última, por sinal, tem o maior peso quando o amor está sendo construído. Afinal, só sabemos que o sentimento que há sobreviverá à convivência – que pode ser a vilã quando se conhece a fundo a outra pessoa, e ser motivo de separação. E então voltamos à chave de como surge o amor: tempo. O tempo constrói a convivência. Logo, constrói amor.

É claro que há exceções. Conheço vários casais que estão juntos há anos e não vejo amor na relação. Ou seja, o amor SEMPRE é sentido após um bom tempo e convivência. Mas nem sempre a convivência e o tempo levam ao amor.

Resumindo: O amor é difícil de explicar e não tão fácil de sentir.

“AMOR
É como Deus, em que se crê ou não
Dependendo da sua experiência
A maioria tem, e uma minoria o procura eternamente
Mesmo sem admitir.
(@patty_chamorro)

Então, que tal viver e se apaixonar? Sem se atrelar aos rótulos de sentimentos?

Que tal perceber a realidade e apenas seguir a vida? Deixar com o tempo, vivendo bem enquanto isso?

Por quê se prender no “eu amo ele” como desculpa para ficar sofrendo? Aliás, nenhum outro sentimento é desculpa para ficar sofrendo.

Apesar do amor ao outro, que é muito maior que amizade ou paixão, é importante ter amor a si mesma! Sempre. E em primeiro lugar, quando a outra pessoa te rebaixa de alguma forma. Ou várias formas.

Quer saber o que é o amor? Ou o que você está sentido? Deixe que o tempo dirá.

Conselho de quem namora há mais de 5 anos e descobriu o amor só com o tempo.

Vou começar a escrever também nesta seção, porque eu direto reflito e discuto com namorado e amigos algumas questões amorosas – ou não. É legal trazer essas discussões para o blog também. Não sou psicóloga, nem dona da verdade, mas tenho um pouco de experiência em cada assunto que eu possa vir a abordar aqui. Abordo os assuntos como uma amiga conselheira, o que costumo ser. Cabe a você pensar no assunto e ver se vale pra você ou não.

Vira e mexe eu leio em blogs femininos, ou mesmo ouço em grupos de mulheres, elas questionando sobre a velha questão do “por-quê-ele-não-ligou-pra-mim?”. É um tanto chato perceber que, ou elas não querem enxergar a verdade, ou se iludem, ou mesmo não sabem a simples resposta: porque ele não quer!


Os motivos se baseiam num outro simples fato: ele não está tão a fim de você. Já diria o filme hollyoodiano, que fala sobre esse mesmo assunto…

Outros fatores básicos são: você não agradou tanto assim ou ele apenas quer curtir solteiro o momento da vida dele. Se você acha que foi tudo bem no encontro, pode ser a segunda opção mesmo. A não ser que ele tenha se acidentado ou algo do tipo, que não possa te ligar. Mas não vamos considerar esta opção, né?

Já ouvi dizer: “foi tudo perfeito e o sexo, maravilhoso”. Neste caso, vamos considerar aquela chata situação de você ser apenas o “lanchinho”. O cara quis te conquistar para te levar pra cama (ou pro banheiro da festa, vai saber), e você cedeu logo – portanto, ele já atingiu o objetivo final. Triste, machista e sem coração? Sim, é. E não sou eu que estou inventando, pois isso acontece mesmo e já ouvi histórias do tipo. Acredite, é mais comum do que você pensa.

Agora, excluindo os fatores machistas e a falta de vontade do moço em voltar a sair com você, vamos falar de outra coisa que pode ser feita nesta situação: você entrar em contato com ele. É o que você espera? Você quer mesmo seguir adiante com esse cara? Então ligue, mande um e-mail, fale por MSN ou Gtalk, o que for. Porém, pelo amor de meus futuros filhinhos, não gruda! Não ligue mais de uma vez. Não ligue dizendo que está apaixonada e que ele é o amor de sua vida. NÃO! Pare já. Caia na real e veja que é só mais um cara que você está conhecendo. E sair algumas vezes com ele não a fará conhecê-lo por completo – eu namoro há 5 anos e ainda conheço novos hábitos e manias do meu digníssimo.

Por isso, se é pra você ligar ou mandar o e-mail, pergunte como ele está, que você gostou de conhecê-lo melhor e passe seu número de telefone, como quem não quer nada. Ou então, se há uma brincadeira já entre vocês, envie tal brincadeira por mensagem. Você banca “a descolada” e, ao mesmo tempo, faz ele lembrar que você existe. Daí, se ele quiser mesmo, ele a responde de modo interessado. Creio que isso você saberá. E nada a impede que, depois, você combine um novo encontro com ele.

Mas-porém-contudo-entretanto, isso não significa que ele quer algo sério com você. Ainda pode ser que ele queira se divertir ou só passar o tempo. Então, princesa, não caia de cabeça achando que ele é um príncipe encantado e que fará de tudo para agradá-la. Seja realista, firme e tenha sempre amor próprio. Independentemente da situação ou de seus sentimentos (se já deu tempo de surgir algum tão grandioso), seja mulher, e não menina. Se o relacionamento ficar sério, ele te colocará a par da situação.

Agora chega de mimimi e se ame! Antes de qualquer sentimento precipitado pelo cara, seja racional. Afinal, se ele não quer, há quem queira. Nisso eu acredito piamente…

😉