Arquivo da tag: corpo

08/08/2011 | Por Colaboração | Saúde | ,

“Contém glúten” ou “não contém glúten”. Com certeza você já deve ter lido isso em alguma embalagem. Porém, poucas pessoas têm conhecimento do que é o glúten – apesar desse nutriente ter ganhado espaço nas dietas ultimamente, prometendo enxugar a silhueta.

O glúten é uma proteína, que está presente em todos os alimentos que levam trigo, centeio, cevada, aveia ou malte. É uma proteína importante na fabricação de pães e massas, pois é ela quem dá a consistência.

A informação na embalagem dos alimentos serve para alertar o consumidor à presença do nutriente que está ligada a doença celíaca, com o intuito de proteger essas pessoas sensíveis.

Mas o que é a doença celíaca? Os celíacos não produzem uma enzima responsável pela “quebra” do glúten, portanto quando essa pessoa ingere a proteína causa desconforto intestinal, causando irritabilidade, abdômen estufado, gases, vômito, diarréia e até anemia.

Ultimamente se fala muito em dieta sem o glúten, apontando que o nutriente favorece a redução de peso e proporciona maior disposição, bem como a diminuição do inchaço abdominal. Porém muitos especialistas afirmam que a doença celíaca é o único problema de saúde que exige a retirada total do glúten da alimentação. Uma boa comparação é: O glúten só faz mal a quem tem doença celíaca, assim como o açúcar para os diabéticos. Não existe nenhum estudo científico que condene esse componente do trigo, nem a relação do nutriente com a redução de circunferência abdominal, muito menos a relação dele com a obesidade.

Entretanto, ao ser removido do cardápio, o indivíduo pode sentir uma melhora na digestão com um efeito adicional: perda de peso. Uma perda que seria observada se tirasse qualquer outro item do cardápio.

Criou-se uma informação sem comprovações científicas dos malefícios do glúten. A tradução para essas dietas é simples: quando se evita alimentos com glúten, que está presente em muitas fontes de carboidratos, haverá redução de calorias e de peso.

A busca pela redução de peso faz com que dietas restritivas façam parte do cenário da saúde, em busca de uma solução. Restrição alimentar nunca será uma opção saudável, a menos que seja indicado por especialistas. A melhor alternativa é optar por um cardápio diversificado e saudável, para a redução de peso com segurança.

Curiosidade:

No mundo, a maior incidência de doença celíaca foi registrada na Argélia, que possui uma criança com o problema para cada grupo de 18. Os cientistas ainda não sabem dizer se o mal é genético.

27/07/2011 | Por Colaboração | Saúde | ,

Cuidar da aparência é, sim, uma questão de saúde. Quando se trata de saúde dos cabelos e pele, não basta apenas usar bons produtos, aparar as pontas, usar protetor solar, hidratantes e fazer tratamento no salão. A alimentação é uma grande aliada.

Um prato de comida regado com os alimentos certos também contribui. E para que todo esse tratamento seja eficiente é preciso ingerir nutrientes responsáveis pelo brilho dos fios e a textura da pele.

Conheça as substâncias e saiba em que alimentos encontrar os aliados!

Licopeno: Carotenóide responsável pela fotoproteção auxiliando na diminuição do envelhecimento da pele. Pode ser encontrado no tomate, melancia, beterraba e pimentão vermelho.

Magnésio: É essencial na formação de proteínas como a queratina, que constitui os fios e pele. A deficiência dificulta a absorção de água pela célula e prejudica a hidratação de ambos. Está presente em frutos do mar, abacate, melão, abacaxi, carambola e nozes.

Cálcio: A falta dele causa cabelos finos e quebradiços. Devem fazer parte da dieta leite e derivados, tofu, salmão e sardinha.

Sódio: Ajuda no controle de água de dentro dos fios, dando brilho. Presente em frutos do mar, tomate, aipo e tofu.

Flavonóides: Antioxidante que auxilia na eliminação das toxinas, sendo assim melhorando a circulação e contribuindo para que mais nutrientes cheguem às células. Com isso melhora o aspecto da pele e dos cabelos. Os alimentos fontes dessa substância são: maçã, cacau, uva, laranja e tangerina.

Potássio: Mantém a flexibilidade e a hidratação do cabelo. É encontrado em carnes magras, banana, pepino, uva, amêndoa, e sementes de girassol.

Zinco: Dá força aos fios. Presente em carnes, cogumelos, ovo, ostra e germe de trigo.

Q10: Coenzima com alto poder antioxidante que retarda o envelhecimento e suaviza as rugas. Presente na sardinha, espinafre, brócolis, feijão azuki, pistache.

Ácido pantotênico: Substância que modula o brilho da pele sem aumentar a oleosidade. Também é ótimo no tratamento da acne. Ele regula a utilização dos ácidos graxos pelo organismo e a atividade das glândulas sebáceas. Encontrado no abacate, cereais integrais e gérmen de trigo.

É por isso tudo que um cardápio saudável produz benefícios muito além dos meramente estéticos. Cuide-se!

Existem muitos tipos de óleos usados na cozinha e eles são utilizados de diversas maneiras. Eles são tão importantes quanto os carboidratos e as proteínas, pois auxiliam no transporte das vitaminas, participam na produção de hormônios e dão sabor aos alimentos. Porém algumas moderações devem ser feitas, por conta da quantidade de ácidos graxos. Ou seja, para quem faz dieta ou até mesmo pessoas com problemas do coração, alguns óleos são um grande risco a saúde, devendo ser usado com cautela.

O consumo ideal de uma família com quatro pessoas é uma embalagem de 900 ml por mês. Isso significa uma pessoa consumir, por dia, 7,5 ml, o equivalente a uma colher de sopa.

Uma dica legal é preparar uma panela de arroz, com apenas uma colher de óleo. E também evitar aquecer muito o óleo, pois ele acaba perdendo todas as propriedades benéficas para a saúde e se tornando o contrário. Se for utilizá-lo para frituras, de maneira nenhuma você deve reaproveitá-lo.

Podemos encontrar em supermercados vários tipos de óleos: de soja, canola, girassol e o de milho, azeite de oliva – os mais comuns. E até mesmo os menos comuns: óleo de coco e óleo de linhaça.

Todos esses óleos apresentam benefícios para a saúde por conter ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, que são substâncias antiinflamatórias e por serem ricos em gorduras monoinsaturadas, colaboram com a redução da pressão arterial e previne doenças do coração, aumentando o HDL e reduzindo o LDL. O importante é lembra que devem ser consumidos moderadamente.

O azeite de oliva, por exemplo, tem propriedades chamadas fitonutrientes, que são substâncias que mantém fígado, vesícula e os sistemas imune, digestivo e cardiovascular em dia. Porém o ideal é não aquecê-lo, pois ele se transformará em uma gordura saturada e perde assim todo seu benefício, deixando de ser saudável.
Apesar de alguns estudos indicarem que a gordura do coco pode ser utilizada como acelerador de metabolismo, seu consumo deve ser moderado, pois é uma gordura saturada e a recomendação para esse tipo de gordura é somente 10% do consumo calórico total diário.

Calorias presentes em diversos tipos de óleos

Equivalente a aproximadamente 15 gramas (1 colher se sopa)

Óleo de soja: 135 calorias;
Óleo de canola: 135 calorias;
Óleo de girassol: 124,2 calorias;
Óleo de milho: 90 calorias;
Óleo de coco: 135 calorias;
Óleo de linhaça: 75 calorias;
Azeite de oliva: 90 calorias.


Sendo assim, o ideal é escolher um tipo de óleo que, além de servir de diversas utilidades na culinária, também te ajuda a ter mais qualidade de vida. Muitas vezes o simples fato de trocar o tipo de óleo da preparação é possível ter uma alimentação mais saudável, sem alterar o paladar.