A anemia ferropriva é um dos mais graves problemas de saúde pública do mundo. Além de ser um dos 10 principais fatores de risco na determinação da expectativa de vida das populações (OMS), o Banco Mundial indica que a alta prevalência de anemia implica em perdas de até 5% do PIB (Produto Interno Bruto) do País. Segundo a OMS 44% das crianças de 6 meses a 6 anos de idade têm anemia.

De maneira geral, a anemia pode ser desencadeada por vários fatores:

– Baixa ingestão de alimentos ricos em nutrientes necessários para a produção dos glóbulos vermelhos e da hemoglobina, como ferro, vitamina B12 e ácido fólico;
– Perda excessiva de sangue por hemorragia, menstruação intensa ou verminoses;
– Anormalidades genéticas;
– Aumento das necessidades de nutrientes em determinadas fases, como infância e adolescência (em função do crescimento e desenvolvimento corporal), gestação e amamentação.

Dentre os fatores citados, os tipos mais comuns de anemia são as desencadeadas pela deficiência de nutrientes, sendo que dessas, cerca de 90% ocorrem devido à baixa ingestão de alimentos ricos em ferro.


Portanto vamos conhecer um pouco sobre esse mineral e saber onde encontrá-lo.

Qual é a importância do ferro?

O ferro é o elemento dos glóbulos vermelhos do sangue que transporta o oxigênio dos pulmões para distribuir por todo o corpo. Também é o ferro que “recebe” o oxigênio nas células e o utiliza para gerar energia. Todas as pessoas precisam de uma quantidade de ferro no corpo para abastecer o organismo com oxigênio e energia.

Quem mais precisa de ferro?

Crianças têm maior necessidade de ferro, pois estão em fase de crescendo. Da mesma forma as gestantes também precisam de muito ferro para suprir as necessidades do bebê que está se formando. As mulheres em geral precisam de mais ferro que os homens, pois o perdem com a menstruação.

O que acontece na ausência de ferro?

A deficiência de ferro é a principal causa da anemia, provocando diminuição do tamanho dos glóbulos vermelhos no sangue e assim a falta de oxigênio no organismo.

No início não há sintomas e o diagnóstico só é possível com o exame de sangue. Quando a doença já está mais avançada pode haver sinais como:

– Desatenção;
– Desânimo;
– Fraqueza;
– Sonolência;
– Palidez;
– Falta de apetite;
– Cabelos quebradiços;
– Unhas fracas;
– Língua lisa (perda das papilas gustativas);
– Déficit no desenvolvimento;
– Déficit na aprendizagem escolar;
– Infecções frequentes (baixa imunidade).

As necessidades diárias de ferro variam conforme a idade, o sexo e a fase fisiológica da vida de cada indivíduo. Os homens adultos necessitam de 10 mg/dia, as mulheres adultas requerem 15 mg/dia, gestantes requerem 30 mg/diárias, e nutrientes de 16 a 19 mg/dia. As necessidades de crianças variam de 6 a 12 mg/dia, conforme as recomendações nutricionais.

Onde encontramos?

Alimentos com alta quantidade de ferro:

Miúdos (fígado, moela, coração, língua); carne de vaca; peixes; gema de ovo.

Alimentos com moderada quantidade de ferro:

Feijão; lentilha; ervilha-seca partida; açúcar mascavo; melado.

A presença de ácido ascórbico (vitamina C), disponível em frutas cítricas, e alimentos ricos em proteínas na refeição melhoram a absorção de ferro proveniente de produtos vegetais, como: brócolis, beterraba, couve-flor e outros.

Alimentos com grande quantidade de vitamina C (ácido ascórbico):

Laranja; abacaxi; limão; goiaba; maracujá; acerola; bergamota; kiwi; morango; abóbora; couve-flor; repolho; tomate.

Alimentos que interferem na absorção de ferro:

Alguns alimentos contêm “fitatos”, que são fibras que se ligam ao ferro no intestino, prejudicando a sua absorção, pois são eliminados nas fezes. Desta forma estes alimentos não devem ser associados com os alimentos ricos em ferro.

Alimentos verdes (espinafre, couve, folha de beterraba); cereais integrais (arroz integral, farinha de trigo integral, aveia, linhaça, cevada); clara de ovo; beterraba; soja; café; chá preto; refrigerantes de cola.

O nosso organismo depende de diversos nutrientes que ingerimos, estes que são de extrema importância para a nossa saúde.

Como estamos minha galerinha do mal? Espero que com fome, porque a receita de hoje é delícia! É simples, rápida e fica deliciosa.

Vamos ao que interessa?

Você vai precisar de…
  • 1 kg de alcatra (ou outra carne de sua preferência)
  • 5 batatas pequenas
  • 3 tomates maduros
  • 2 cebolas
  • 1 cerveja escura (sugestâo: Leffe)
  • Sal, pimenta, mostarda, alho, ervas finas e shoyu opcional e à vontade

Preparo

Pique as cebolas e doure com manteiga ou óleo, dependendo de sua preferência. Corte a carne em cubos médios e junte com a cebola já dourada. Espere uma leve fritada da carne, acrescente os temperos que desejar.

Em seguida, adicione os tomates em cubinhos, espere uns 5 minutos e acrescente a cerveja. Deixe ferver, acerte os temperos se necessário e deixe cozinhar na panela de pressão por cerca de 20 minutos.

Enquanto isso, cozinhe as batatas em água quente, e depois de cozida a carne, adicione as batatas em pedaços. Deixe ferver mais uns 10 minutos e sirva com o acompanhamento de sua preferência.

Delicie-se! 😉

Sugestão para servir: Arroz Branco.
Rendimento: 8 a 10 porções.

É fácil reconhecermos quando o nosso cabelo está poroso – com as escamas dos fios abertas, como se vê em comerciais de produtos para cabelos. Sabe aquele aspecto de palha, ressecado e áspero nas pontas?! Pois é, geralmente esse problema é mais comum em cabelos com procedimentos químicos, porém não é impossivel de se ver em alguns cabelos naturais – ou virgens!

Conheça os níveis de porosidade de um cabelo, e saiba qual é o seu e que tipo de tratamento se deve fazer.


Porosidade Nível 0

Geralmente é o cabelo que nunca passou por nenhum processo químico (cabelo virgem). As cutículas estão bem unidas e a estrutura do fio está saudável.

Neste caso um shampoo e condicionador já bastam para proteção e prevenção.

Porosidade Nível 1

É o tipo de cabelo que passou por um tipo de processo químico – como uma coloração, por exemplo. As cutículas estão levemente abertas e precisa de cuidados mínimos para se manter saudável.

Neste caso recomenda-se somente a hidratação uma vez por mês no salão, para manutenção.

Porosidade Nível 2

É o tipo de cabelo que passou por processo de coloração, mechas ou por colorações super clareadoras que possuem quantidade maior de amônia. As cutículas estão mais abertas, deixando o córtex já sensibilizado, mais exposto às agressões o ambiente.

Neste caso recomenda-se a reestruturação e hidratação uma vez por semana – durante 4 semanas (o tratamento contínuo é fundamental para a recuperação do fio). Após esse período, reavalie se é necessário repetir o tratamento.

Porosidade Nível 3

Este é o cabelo que passou por processos de alisamentos, escova progressiva, colorações sem critério e que se apresenta visivelmente desidratados. As cutículas estão extremamente abertas e o córtez totalmente exposto e com a queratina sensibilizadas devido aos procedimentos químicos.

Neste caso recomenda-se reestruturação, hidratação e cauterização uma vez por semana, durante 4 semanas. Após esse período reavaliar e caso necessário repetir o tratamento.


Procure sempre um salão para se informar sobre tratamentos específicos e marcas profissionais para fazer a manutenção em casa.

Artigo baseado nos novos produtos lançados pela marca holandesa Keune.

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