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Príncipe não existe. Disso você sabe – pelo menos lá no fundo. Então não vamos entrar no mérito daquele cara que vem cavalgando elegantemente num cavalo branco, com cabelos sedosos, cheiroso, fazendo uma declaração de amor à sua janela ou te salvando de apuros. Histórias parecidas podem até existir, mas os homens (e mulheres) dessas histórias não são perfeitos, e com certeza têm defeitos e situações chatas para contar um do outro. Aliás, se têm história parecida com conto de fadas, ocorreu só uma vez e pronto. Voltaram a errar como todos erram, em menor ou maior quantidade.

É fato: Os mais belos e duradouros relacionamentos que conheço são aqueles baseados em sinceridade e aceitação do outro. Às vezes tem aquela puxada de orelha básica, justamente por causa dos defeitos, mas eles sabem que são um pro outro o amor da vida. E não se largam, nem se deixam de amar, por defeitos e baixos da vida – sabem que os altos valem mais a pena de serem lembrados e vividos.

Daí vem os perfeccionistas: “Isso é comodismo”. Até onde sei, enxergar que não existe ninguém perfeito e que muito menos eu sou perfeita, é realismo, não comodismo.

Aliás, quando digo para aceitar alguns defeitos e conviver com isso, desde que haja qualidades realmente boas na relação, não quero que entendam isso como aceitar o desrespeito. Por experiência própria e de casais conhecidos, mais uma vez: a relação dá certo quando há respeito. Não aceito ouvir que o cara (ou a mulher) “não respeita, mas é uma pessoa carinhosa”, ou qualquer outro elogio depois do “mas”. Sem respeito não dá! Não há outra qualidade do outro que compense o desrespeito, para uma relação durar a longo prazo.

Quando se ama alguém, a pessoa sabe que as diferenças entre os sexos, a educação, personalidade, os gostos, etc; fazem parte. É até gostoso. Às vezes também é irritante. E outras, engraçado – quase sempre.

Quer saber? O cara que parece ser um príncipe, de duas uma: Ou é gay (fortes evidências) ou quer apenas mais uma conquista. Mais uma vez, é melhor preferir os “sapos”, não? Eles sim, há mais chances de serem perfeitos para amar.

Há alguns meses ganhei da Cozinha Ana Maria Braga um conjunto de panelas, pra falar aqui no blog sobre elas – de forma sincera, como sempre sou aqui. E aqui vão as minhas considerações sobre os produtos!

Quando saíram as panelas (nas cores vermelho, laranja e azul), eu logo me apaixonei pelo conjunto mais diferente – o azul. E foi um conjunto da Linha Gourmet, azul, que recebi. Fiquei em êxtase! Porque eu iria acabar comprando de qualquer maneira.

Especificações

No site das panelas, estão as seguintes especificações:

– Design Exclusivo;
– Alta Qualidade e Durabilidade;
– Revestimento Antiaderente de Cerâmica Biodegradável Excilon™ que não gruda e não agride o Meio Ambiente;
– Fabricadas em Alumínio Fundido;
– Alta Espessura – Fundo 4.0mm e Corpo 2.0mm;
– Pintura externa resistente a até 380º;
– As caçarolas podem ser levadas ao forno**;
– Cabos revestidos com silicone garantem segurança no manuseio;
– Fundos especiais que distribuem melhor o calor economizando até 40% de gás no cozimento;
– Tampas de vidro temperado com saída de vapor para visualizar os alimentos durante o cozimento;
– Fáceis de lavar.

** As caçarolas da Linha Gourmet foram criadas parem serem utilizadas tanto no forno como no fogão e desta forma não possuem o revestimento de silicone nas alças sendo necessário o uso de proteção para as mãos durante o manuseio. Não indicadas para fogos de indução. Não levar a maquina de lavar.

Itens Inclusos:

– 1 Panela com Tampa Ø 16cm;
– 1 Frigideira sem Tampa  Ø 24cm;
– 1 Grill sem Tampa  Ø 24 cm;
– 1 Caçarola com Tampa Ø 20cm;
– 1 Caçarola com Tampa Ø 24cm.


Considerações sobre o produto

Começando por algo que me surpreendeu logo de cara, quando abri a caixa: a espessura das panelas. São bem grossas e pareceram ser super resistentes a deformações. Apesar disso, não pesa tanto quanto parece. Elas são mais pesadas que panelas mais finas, como as que vimos por aí, mas o lado bom disso também é que elas ficam bem firmes em cima do fogão – não tombando pelo cabo, por exemplo.

Aliás, o cabo foi outra coisa que gostei, porque são feitos de silicone – além de você não se queimar, a textura dele é diferente de plástico, é mais macia e confortável. E ainda a chance de escorregar da mão é menor, porque o silicone é menos liso que o plástico.

A pintura externa das panelas é opaca, e não esmaltada, realmente lembrando cerâmica – e aguenta até 380º, segundo a marca. Por dentro o revestimento é bem antiaderente mesmo, feito de cerâmica com tecnologia da Excilon. Segundo o site da marca do revestimento, além de ele aguentar altas temperaturas, é ecologicamente correto porque é a base de água. Também diz ser resistente a riscos.

O fundo externo da panela é frisado em alumínio, sem o revestimento azul (para o calor se espalhar melhor pelo fundo), e tem a marca da Ana ao centro.

Quanto às tampas, também gostei pelo fato de serem de vidro e dar pra ver os alimentos dentro da panela. Elas têm um buraquinho onde o vapor da comida sai. A alça da tampa também é de silicone.

Um item que gostei muito e não tinha ainda, é o grill. É a frigideira quadrada, com ondulações na parte interna para grelhar alimentos. O curioso nessa peça é o lugar na borda para apoiar o utensílio de mexer os alimentos (não incluso).

Outro item que tem diferencial é a panela menor, pois nela há um “vinco” (digamos assim) pra escorrer melhor os líquidos.

Por fim, os itens que eles destacam e realmente são ótimos, são as panelas tipo caçarola – as duas com alças nas laterais. Essas alças, diferentemente das outras panelas da linha, não são revestidas por silicone – para poderem ir ao forno. O outro lado disso é ter cuidado ao pegar a panela no fogo ou forno, utilizando uma luva antitérmica ou pano.

Utilizando

Cozinhei umas três vezes nessas panelas e depois já as guardei – para ficarem bem novinhas até o casório!

Minhas constatações ao utilizá-las:

– Elas conservam bem o calor na comida, após pronta;
– O antiaderente é bem liso, e ao mexer eu percebi isso porque o alimento deslizou bem no fundo;
– Não tive medo de riscar quando fui garfar um filé, pois realmente esse contato rápido com o antiaderente não o danifica (é claro que não abusei mais que isso);
– É melhor não pegar mesmo na alça sem silicone das caçarolas, porque elas ficam bem quentes!

Abaixo algumas das comidas que fiz nelas – dá pra ver a visão de dentro da panela pela tampa, e um filé grelhado (sem untar o grill).


As críticas que tenho são mais relacionadas à variedade de produtos na loja deles. Senti falta de panela de pressão, utensílios de silicone pra comprar junto com as panelas, e luva antitérmica. Mas já sei que novidades vem aí… Então tais críticas logo ficarão obsoletas! 🙂

Ou seja, tudo de bom! Podem investir. Creio que você não se preocupe mais com panelas deste kit por, no mínimo, 10 anos.

O valor desse kit é R$699,00 à vista (eles dividem em até 10 vezes). Um tantinho salgado, mas é um investimento mesmo. Aliás, sempre sai códigos de desconto no Facebook da Ana.

Curtiram minhas panelas azuis? 🙂

Pra entender o que é a Maré Vermelha, basta pesquisar no Google ou ler em notícias como essa do Estadão, que explica certinho o que é a operação da Receita Federal.

Resumindo a notícia:

“Produtos adquiridos por brasileiros em sites internacionais estão demorando cerca de quatro meses para serem entregues no País. A Operação Maré Vermelha, da Receita Federal, aumentou a fiscalização na entrada de itens importados e está prejudicando os negócios das empresas e a vida dos consumidores. (…) Pelos parâmetros da Receita, os produtos deixam o “canal verde”, onde a liberação é quase automática, e entram no “canal vermelho”, que exige verificação física e documental. A operação não tem data para acabar e provoca congestionamento em portos e aeroportos, principalmente em São Paulo.”

E mais, há a maior taxação das compras, o que acontecia pouco do ano passado pra trás:

“Os consumidores também reclamam que a Receita Federal está taxando indevidamente os produtos. Pela legislação em vigor, produtos abaixo de US$ 50 importados por pessoas físicas para uso próprio não pagam taxas. Se comprar produtos para revenda ou acima desse valor, o importador é obrigado a pagar os tributos.”

Em uma montagem um tanto tosca, posso resumir o que acho que a Receita pretende com a “maré vermelha”…

Portanto, se você está pensando em comprar em lojas online do exterior, pensem bem por mais esta “ação” do Brasil – pra não dizer outra coisa. Eu ainda arrisquei e pedi mais algumas coisas, apesar de ter sido taxada e uma das minhas compras nem terem chegado ainda (e provavelmente não chegará, porque já fazem quase 7 meses). O bom é que a loja (feelunique.com) enviou a compra novamente e depois de 2 meses chegou.

A StrawberryNet, por exemplo, faz o ressarcimento de taxação caso isso aconteça – basta enviar a nota de pagamento da taxa por e-mail. Porém, algumas consumidoras da loja estão reclamando muito que ela não responde aos e-mails enviados, outras, dizem que eles responderam e foram ressarcidas.

No Facebook da loja, ela mostrou um ótimo post do blog E Ai Beleza? que fala sobre a maré vermelha, e se justificou, pois a maioria das compras feitas lá (como em qualquer outra loja gringa), estão demorando muito pra chegar ao destinatário e muitas vezes ainda param nos Correios, e chega a famosa “cartinha” de taxação na casa da compradora. Como foi constatado na matéria do Estadão.

Nisso, há dois lados prejudicados. Sim, dois.
Os compradores, que gostam de importar devido ao alto imposto que pagamos sobre tudo que comprados aqui no Brasil – e está inserido no preço que as lojas locais colocam. Posso dizer por experiência própria, já que compro a maioria das minhas maquiagens e perfumes lá fora, de qualidade maior e com baixos valores. Posso ter produtos da MAC, Lancôme e Dior, sem afetar minhas contas ao fim do mês.
O outro lado da ponta de prejudicados estão as lojas estrangeiras, que sem obrigação de ressarcir e mandar novamente os produtos comprados, o fazem. Com isso, elas têm grande prejuízo e começam a reaver se vão mesmo continuar vendendo para o Brasil. Já testemunhei várias lojas gringas parando de vender pra cá, por este motivo.

A moral da história é:
Quem paga o pato dos nossos impostos e do serviço mal feito dos Correios somos nós, compradores, e as lojas que nada têm a ver com isso e ainda assim fazem agrados. Só que uma hora começa a não compensar pra elas, e nós perdemos essas lojas. E mais uma vez, pagamos o pato.

Agora, vamos analisar de fato. Quem tem culpa dessa situação toda?
Nós, as lojas, ou a Receita Federal e governo (através dos Correios)?
O que está acontecendo, porém, é que muitos brasileiros estão reclamando com as lojas, porque elas começaram a demorar mais ou parar mesmo de ressarcir algumas compras e taxas. Ou porque “não comunicam que a entrega está demorando e o Brasil está com a Maré Vermelha”. Li muito isso no Facebook do StrawberryNet e em comentários de Twitter com a querida Brigette’s Boutique. Isso porque é mais fácil reclamar com a loja, que está mais comunicável com as compradoras, do que com o governo. Mas temos que analisar a situação com consciência e justiça. Temos mesmo é que economizar a energia de cobrar medidas das lojas gringas, e cobrar por resposta do governo e Receita Federal.

E agora é o momento de você fazer isso.

Está rolando o Abaixo-assinado contra a ineficiência da Receita Federal do Brasil e dos Correios. E aí, sim, podemos ter talvez alguma resposta e posição dos verdadeiros culpados pela maré vermelha. Até o momento desta postagem, a lista tem 9,6 mil assinaturas. O que é pouco para interesse de tantos…

Divulguem e assinem! E para quem reclama com as lojas, tomem conhecimento disso tudo antes de determinar culpados.

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