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Muito se fala em alimentação balanceada e saudável, que supra todas as necessidades e cada vez mais aumenta o incentivo para que a população aumente o consumo de frutas, verduras e legumes. Uma alimentação rica nesses grupos de alimentos garante uma boa qualidade de vida. Porém, você já parou para pensar na quantidade de agrotóxicos que ingere todos os dias, no consumo diário desses alimentos?

Os alimentos orgânicos vieram para mudar as nossas vidas, tornar nosso dia a dia mais saudável e longe dos agrotóxicos. Os orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente – pois sem o uso de agrotóxicos o solo fica livre de qualquer agressão química -, e visam a qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano à saúde dos consumidores.


Vantagens

A grande vantagem dos alimentos orgânicos é que eles são mais ricos em nutrientes, uma vez que a terra utilizada no seu cultivo é fértil e natural e não há nenhuma interferência de substâncias químicas no processo.

Tem o sabor melhor, devido à ausência de pesticidas. Nas frutas, por exemplo, a concentração de frutose é maior, deixando-as mais doces.

Não causam mal algum ao meio ambiente, favorecendo assim vida ao solo onde é plantado.

Hoje em dia é possível encontrar verduras, legumes, frutas, óleos, carnes, ovos, e até cervejas e vinhos orgânicos.

Estudos revelaram que os orgânicos apresentaram em média 63% a mais de cálcio, 73% a mais de ferro, 118% a mais de magnésio, 178% a mais de molibdênio, 91% a mais de fósforo, 125% a mais de potássio e 60% a mais de zinco.

Quanto aos orgânicos de origem animal – carnes e laticínios -, a principal vantagem é que eles não contem resíduos de produtos químicos, devido à alimentação orgânica dos animais. No cultivo, estão proibidos agrotóxicos sintéticos, adubos químicos e sementes transgênicas.

Um fator importante é a não utilização de ceras para dar brilho às frutas, que não deixam de ser tóxicos.

Assim, o cardápio diário pode e deve ser totalmente orgânico. Entre os inúmeros benefícios da alimentação orgânica, está o processo de purificação do organismo que ela proporciona. Essa desintoxicação leva a uma melhora de problemas hepáticos e gastrointestinais, os mais comuns gerados pelas químicas e outras substâncias artificiais contidas nos alimentos normais.

Desvantagens

Existem duas “desvantagens”, que são o preço e a aparência.

Apesar de ainda custarem mais caro que os alimentos convencionais, a tendência é que o preço dos orgânicos abaixe, uma vez que a produção e o consumo vêm aumentando.

E a aparência desses alimentos não são tão boas quanto os alimentos convencionais, devido à cultivação ser de forma natural, e geralmente os alimentos tendem a serem menores, com cores menos chamativas. As cascas podem apresentar manchas devido aos ataques de insetos.

Onde encontrar

É facilmente encontrado em lojas de alimentos naturais e em grandes redes de supermercados.

Como saber se um alimento é orgânico

Se você tem a intenção de começar a consumir esses alimentos, procure sempre pelo selo de qualidade, emitido por certificadoras reconhecidas pelo Ministério da Agricultura. Entidades como a Associação de Agricultura Orgânica (AAO), o Instituto Biodinâmico (IBD), presentes no Brasil, são as que avaliam se a produção do alimento segue os critérios estabelecidos pela agricultura orgânica. E para ganhar o selo, os produtores seguem várias precauções e têm suas lavouras fiscalizadas de seis em seis meses. A presença do selo garante, portanto, a procedência e a qualidade dos produtos.

A garantia da qualidade do produto, tanto da certificação, quanto da qualidade em si do produto orgânico, é de grande valor para a saúde do ser humano – além de trazer inúmeros benefícios para a sociedade através da conservação do meio ambiente. Pequenas atitudes podem melhorar cada vez mais nossa qualidade de vida.

Muitas pessoas reclamam da dificuldade de emagrecer, do incômodo relacionado ao excesso de peso e a maioria faz dietas e praticam atividades físicas em busca de resultados para o emagrecimento e alcançarem o peso desejado. Porém, a dificuldade maior é observada em pessoas que querem obter resultados no “ganho de peso”.

Ganhar uns quilinhos a mais pode ser um verdadeiro desafio para pessoas que apresentam magreza excessiva. Acredite! O problema da magreza, quando excessiva, pode ser tão sério quanto à obesidade, trazendo complicações à saúde e comprometendo a estética corporal.

 

 

O simples ato de aumentar a quantidade de alimento que se come, ou ingerir mais massas, doces e gorduras, não é o melhor caminho para um ganho de peso saudável. Dietas hipercalóricas exigem bastante cuidado. O consumo exagerado de gorduras é sempre perigoso, podendo elevar os níveis de gordura do sangue e predispor a problemas cardiovasculares. O excesso de açúcares em geral também pode trazer más consequências à saúde.

Portanto, relacionamos 10 alimentos e dicas importantes para alguns alcançarem o peso desejado – com saúde, o que considero o mais importante.

1. Aumente as quantidades diárias de cereais e massas com baixas quantidades de gordura. Como por exemplo: pão francês, macarrão cozido, derivados do milho, arroz. Massas com molhos muito gordurosos e queijos amarelos devem ser evitadas, mesmo por pessoas magras, pois podem aumentar o nível de colesterol do sangue.

2. Adicione farinhas em alimentos líquidos. No leite ou em sucos, produtos como farinha láctea, farinha de milho ou arroz, mistura de cereais, são ótimas opções. O preparo de mingaus ou vitaminas com aveia, gérmen de trigo, também são bem vindos.

3. Por falar em farinhas, outras boas opções são produtos que contenham muita fibra, como a granola, farelo de trigo ou arroz, pão integral, pois são fontes de carboidratos.

4. Utilize grãos em abundância (ervilha, feijão, grão de bico, soja, milho verde etc) em saladas, cremes, sopas etc. Esses produtos aumentam o teor protéico da alimentação e podem ser preparados das mais diferentes formas em várias refeições.

5. Aumente o consumo de alimentos protéicos de origem animal (queijos, leite, carnes, peixes), mas tendo cuidado com o excesso de gordura ingerida. Preferir as carnes e os queijos com menor teor de gordura, não sendo necessário, porém, o uso de desnatados. Ideal para atletas ou praticantes de atividade física, pois favorecem o ganho de massa magra.

6. Utilize azeite no tempero das saladas, é uma forma de consumir um pouco mais de gordura sem grandes riscos para a saúde; pois o azeite traz benéficos ao coração.

7. Não pule refeições. É muito importante fazer todas as refeições, principalmente em intervalos de 2 a 2 horas. O importante não é comer grandes quantidades nessas refeições, mais do que isso, escolha alimentos que variados, de boa qualidade e que favoreçam o ganho de peso sem alterar sua saúde.

8. Evite tomar refrigerantes, eles dão falta sensação de estômago cheio e pode interferir nas próximas refeições. Prefira suco de frutas, preferencialmente calóricos, como os de manga ou uva.

9. Na hora de escolher as frutas, opte por aquelas que têm mais calorias, com o abacate, manga, banana.

10. Para que seu organismo absorva melhor os alimentos consumidos, procure mastigá-los bem, já que isso favorecerá a digestão. Uma estratégia para aumentar sua capacidade de ingestão de alimentos é elevar gradativamente a quantidade das refeições para que a capacidade do estômago seja aumentada.


Ganhar peso é um processo gradativo e exige bastante esforço. Busque a prática de atividade física, com um profissional que possa te orientar, pois ganhar peso sem aumentar o teor de gordura do corpo é o ideal e nem sempre os resultados são satisfatórios em curto espaço de tempo.

Com o auxílio de uma alimentação equilibrada e direcionada para esse objetivo, juntamente com um treino específico, o processo é facilitado. É preciso perseverança no cuidado com a saúde, durante todo o processo.

Com a chegada do inverno, nosso organismo faz mais esforço para manter a temperatura ideal do corpo. Exigindo um gasto de energia muito maior e para compensar essa perda temos necessidades de ingerir mais alimentos e consequentemente mais calorias.

Para repor essa perda de calorias nosso corpo necessita de alimentos e por isso sentimos essa sensação de fome aumentada durante esse período. Para isso é importante manter hábitos alimentares saudáveis para preservarmos a saúde – que, diga-se de passagem, se abala facilmente. Por isso uma alimentação saudável pode fazer toda a diferença.

Os grandes vilãos do inverno são os carboidratos, que por sua vez são fontes de energia. Os pães, massas, torradas, arroz, doces em geral são boas companhias para o inverno, porém se soubermos dosar as quantidades podemos aproveitar das delícias desses alimentos no inverno.

É comum nessa estação procurar alimentos que mantenha nossos corpos aquecidos, e acabamos deixando de lado as frutas e verduras que são alimentos mais refrescantes. A dica é utilizá-los em pratos quentes, como por exemplo: um refogado de verduras e legumes e até mesmo uma sobremesa quente com frutas. Tá, mas já veio na sua cabeça um fondue com essas frutas, não foi? Pois é, podemos sim comer um fondue de chocolates com frutas, com poucas calorias, substituindo o chocolate normal e o creme de leite pelas versões “light”.

As frutas também podem ser ótimas opções de sobremesas quando assadas ao forno com canelas. O sabor é realçado sem aumentar o valor calórico.

Outro bom exemplo são as sopas. Porque escolher um caldo verde cheio de costelas e paios? A melhor dica é adaptar, colocando apenas o paio em menor quantidade, ou substituindo por um embutido de frango. Também, é possível trocar o caldo verde por uma canja ou uma sopa de legumes – leve, saborosa e muito nutritiva. O ideal é manter o bom senso: comer o que gosta substituindo embutidos e carnes gordas por opções mais magras, trocando o leite integral e o creme de leite de uma preparação por um iogurte ou requeijão light, trocando o açúcar comum por mascavo ou adoçante.

Para intercalar entre uns lanchinhos mais calóricos, uma boa opção é optar por alimentos ricos em fibras, como os cereais integrais.

No inverno, outra tendência é a de consumir pouco líquido, no entanto, é preciso ao menos dois litros por dia. Não precisa ser apenas água, valem os sucos, chás, que têm valor calórico reduzido, são quentes e ajudam a hidratar, são ideais para quem não quer abusar nas calorias a mais.

O clima para a prática de atividades físicas é menos convidativo, as pessoas tendem a ficarem mais em casa, sem muitas atividades. Porém, caminhadas dentro do ambiente de trabalho, subir escadas e até mesmo um passeio no parque pode te ajudar a aquecer o corpo e eliminar umas calorias.

Fazendo boas escolhas alimentares e substituindo alguns alimentos calóricos por opções mais saudáveis, podem te ajudar a aproveitar as delícias dessa estação evitando adquirir uns quilinhos indesejados e principalmente ter uma vida saudável.

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