Arquivos da categoria: Saúde

A enxaqueca é uma doença muito comum entre os brasileiros, principalmente entre as mulheres. Cerca de 20% das mulheres e de 5 a 10% dos homens são afetados, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaléia – SBC. Estudos mostram que 90 a 100% das pessoas têm ou terão crises de dor de cabeça ao longo da vida.

Essa enxaqueca é caracterizada por crises de dor que podem durar horas ou dias, e dores que chegam a latejar e pulsar. Essa pulsação se dá pelo fato de existirem algumas substâncias presentes em alguns alimentos que provocam a alteração dos vasos sanguíneos do encéfalo, fazendo com que ela aumente e diminua. Essas dores desencadeiam: alteração de humor, irritabilidade, alteração do apetite, alterações na visão com sensibilidade à luz, sensibilidade ao barulho, náuseas, vômitos, fraqueza, tontura, diarreia e até depressão.

Assim como o jejum por muito tempo também pode ser considerado um comportamento que pode gerar o problema.

A doença nem sempre tem cura, porém algumas mudanças na dieta podem melhorar e diminuir os efeitos.

Muitos alimentos presentes na nossa alimentação podem ser grandes vilões e desencadeantes da enxaqueca, como por exemplo:

Doces (açúcar), álcool: podem desencadear enxaqueca muito forte, pois aumentam a freqüência cardíaca, a temperatura corporal, irritabilidade e o aumento da dilatação e constrição das veias;

Adoçantes: estudos indicam que o uso de adoçantes, principalmente a base de aspartame, pode aumentar em 9% em pessoas que já tem predisposição;

Glutamato monossódico (temperos prontos): inibidor de glicose, podendo gerar hipoglicemia (diminuição do açúcar no sangue) e aumentar o problema;

Nitritos: corante encontrado em alimentos embutidos e tem ação vasodilatadora;

Cafeína: presente no café, chá mate, guaraná, cacau e chocolate. Também com ação vasodilatadora e vasoconstritora;

Tiramina: encontrada em queijos, chocolates, carnes em conserva, vinagre, salsichas, iogurte, lentilha, amendoim e outras “sementes”. São precursores da enxaqueca.

O importante é prestar atenção na alimentação, para saber que tipo de alimento pode gerar uma crise, pois varia em cada indivíduo.

Alguns alimentos que devem estar presentes na sua dieta para evitar as crises de enxaqueca.

Consuma mais alimentos ricos em…

Vitaminas: as frutas são ótimas opções, pois atuam no bom funcionamento do organismo, além de serem ótimas fonte de energia.

Vitamina B12: eficaz na prevenção e tratamento da enxaqueca. Fonte: vegetais de folhas verdes, carnes magras e ovos.

Ômega 3: substância antiinflamatória. Fonte: cavalinha, salmão, anchova, sardinha.

Magnésio: facilitador da vasoconstrição. Fonte: hortelã, couve, alho, salsa, aveia, arroz integral e ovos.

Selênio: mineral que atua no funcionamento do sistema nervoso. Fonte: castanha-do-pará.


Fazendo algumas alterações alimentares e observando quais alimentos favorecem as crises, fica mais fácil ter uma qualidade de vida melhor. E lembre-se: Tome cuidado para não ficar em jejum prolongado. Com essas dicas é possível evitar as dores.

Existem muitos tipos de óleos usados na cozinha e eles são utilizados de diversas maneiras. Eles são tão importantes quanto os carboidratos e as proteínas, pois auxiliam no transporte das vitaminas, participam na produção de hormônios e dão sabor aos alimentos. Porém algumas moderações devem ser feitas, por conta da quantidade de ácidos graxos. Ou seja, para quem faz dieta ou até mesmo pessoas com problemas do coração, alguns óleos são um grande risco a saúde, devendo ser usado com cautela.

O consumo ideal de uma família com quatro pessoas é uma embalagem de 900 ml por mês. Isso significa uma pessoa consumir, por dia, 7,5 ml, o equivalente a uma colher de sopa.

Uma dica legal é preparar uma panela de arroz, com apenas uma colher de óleo. E também evitar aquecer muito o óleo, pois ele acaba perdendo todas as propriedades benéficas para a saúde e se tornando o contrário. Se for utilizá-lo para frituras, de maneira nenhuma você deve reaproveitá-lo.

Podemos encontrar em supermercados vários tipos de óleos: de soja, canola, girassol e o de milho, azeite de oliva – os mais comuns. E até mesmo os menos comuns: óleo de coco e óleo de linhaça.

Todos esses óleos apresentam benefícios para a saúde por conter ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, que são substâncias antiinflamatórias e por serem ricos em gorduras monoinsaturadas, colaboram com a redução da pressão arterial e previne doenças do coração, aumentando o HDL e reduzindo o LDL. O importante é lembra que devem ser consumidos moderadamente.

O azeite de oliva, por exemplo, tem propriedades chamadas fitonutrientes, que são substâncias que mantém fígado, vesícula e os sistemas imune, digestivo e cardiovascular em dia. Porém o ideal é não aquecê-lo, pois ele se transformará em uma gordura saturada e perde assim todo seu benefício, deixando de ser saudável.
Apesar de alguns estudos indicarem que a gordura do coco pode ser utilizada como acelerador de metabolismo, seu consumo deve ser moderado, pois é uma gordura saturada e a recomendação para esse tipo de gordura é somente 10% do consumo calórico total diário.

Calorias presentes em diversos tipos de óleos

Equivalente a aproximadamente 15 gramas (1 colher se sopa)

Óleo de soja: 135 calorias;
Óleo de canola: 135 calorias;
Óleo de girassol: 124,2 calorias;
Óleo de milho: 90 calorias;
Óleo de coco: 135 calorias;
Óleo de linhaça: 75 calorias;
Azeite de oliva: 90 calorias.


Sendo assim, o ideal é escolher um tipo de óleo que, além de servir de diversas utilidades na culinária, também te ajuda a ter mais qualidade de vida. Muitas vezes o simples fato de trocar o tipo de óleo da preparação é possível ter uma alimentação mais saudável, sem alterar o paladar.

A anemia ferropriva é um dos mais graves problemas de saúde pública do mundo. Além de ser um dos 10 principais fatores de risco na determinação da expectativa de vida das populações (OMS), o Banco Mundial indica que a alta prevalência de anemia implica em perdas de até 5% do PIB (Produto Interno Bruto) do País. Segundo a OMS 44% das crianças de 6 meses a 6 anos de idade têm anemia.

De maneira geral, a anemia pode ser desencadeada por vários fatores:

– Baixa ingestão de alimentos ricos em nutrientes necessários para a produção dos glóbulos vermelhos e da hemoglobina, como ferro, vitamina B12 e ácido fólico;
– Perda excessiva de sangue por hemorragia, menstruação intensa ou verminoses;
– Anormalidades genéticas;
– Aumento das necessidades de nutrientes em determinadas fases, como infância e adolescência (em função do crescimento e desenvolvimento corporal), gestação e amamentação.

Dentre os fatores citados, os tipos mais comuns de anemia são as desencadeadas pela deficiência de nutrientes, sendo que dessas, cerca de 90% ocorrem devido à baixa ingestão de alimentos ricos em ferro.


Portanto vamos conhecer um pouco sobre esse mineral e saber onde encontrá-lo.

Qual é a importância do ferro?

O ferro é o elemento dos glóbulos vermelhos do sangue que transporta o oxigênio dos pulmões para distribuir por todo o corpo. Também é o ferro que “recebe” o oxigênio nas células e o utiliza para gerar energia. Todas as pessoas precisam de uma quantidade de ferro no corpo para abastecer o organismo com oxigênio e energia.

Quem mais precisa de ferro?

Crianças têm maior necessidade de ferro, pois estão em fase de crescendo. Da mesma forma as gestantes também precisam de muito ferro para suprir as necessidades do bebê que está se formando. As mulheres em geral precisam de mais ferro que os homens, pois o perdem com a menstruação.

O que acontece na ausência de ferro?

A deficiência de ferro é a principal causa da anemia, provocando diminuição do tamanho dos glóbulos vermelhos no sangue e assim a falta de oxigênio no organismo.

No início não há sintomas e o diagnóstico só é possível com o exame de sangue. Quando a doença já está mais avançada pode haver sinais como:

– Desatenção;
– Desânimo;
– Fraqueza;
– Sonolência;
– Palidez;
– Falta de apetite;
– Cabelos quebradiços;
– Unhas fracas;
– Língua lisa (perda das papilas gustativas);
– Déficit no desenvolvimento;
– Déficit na aprendizagem escolar;
– Infecções frequentes (baixa imunidade).

As necessidades diárias de ferro variam conforme a idade, o sexo e a fase fisiológica da vida de cada indivíduo. Os homens adultos necessitam de 10 mg/dia, as mulheres adultas requerem 15 mg/dia, gestantes requerem 30 mg/diárias, e nutrientes de 16 a 19 mg/dia. As necessidades de crianças variam de 6 a 12 mg/dia, conforme as recomendações nutricionais.

Onde encontramos?

Alimentos com alta quantidade de ferro:

Miúdos (fígado, moela, coração, língua); carne de vaca; peixes; gema de ovo.

Alimentos com moderada quantidade de ferro:

Feijão; lentilha; ervilha-seca partida; açúcar mascavo; melado.

A presença de ácido ascórbico (vitamina C), disponível em frutas cítricas, e alimentos ricos em proteínas na refeição melhoram a absorção de ferro proveniente de produtos vegetais, como: brócolis, beterraba, couve-flor e outros.

Alimentos com grande quantidade de vitamina C (ácido ascórbico):

Laranja; abacaxi; limão; goiaba; maracujá; acerola; bergamota; kiwi; morango; abóbora; couve-flor; repolho; tomate.

Alimentos que interferem na absorção de ferro:

Alguns alimentos contêm “fitatos”, que são fibras que se ligam ao ferro no intestino, prejudicando a sua absorção, pois são eliminados nas fezes. Desta forma estes alimentos não devem ser associados com os alimentos ricos em ferro.

Alimentos verdes (espinafre, couve, folha de beterraba); cereais integrais (arroz integral, farinha de trigo integral, aveia, linhaça, cevada); clara de ovo; beterraba; soja; café; chá preto; refrigerantes de cola.

O nosso organismo depende de diversos nutrientes que ingerimos, estes que são de extrema importância para a nossa saúde.

Página 3 de 812345...Última »